MOSTRA VIDEOGRÁFICA

Livre

6x Liberdade e Segurança

Kenne Felipe

Itajá

Livre

O filme propõem uma reflexão sobre as relações tóxicos existentes em torno do cotidiano desse corpo através de uma pergunta inquietante: Preferes estar com segurança e viver sem liberdade ou entre o caos da liberdade sem segurança?

Intérprete-criador: Kenne Felipe
Imagens: Jalisson lopes e Kennedy Lucas
Música: Olivia Macedo

Livre

A Besta Obsessiva

Bianca Terraza

Brasília - DF

Livre

“A Besta Obsessiva” é uma esquete criada por Bianca Terraza a partir de uma matéria-virtual (Pandemonólogos - Live-me ou deixe-me / Universidade de Brasília) comandada pela professora-artista Simone Reis durante a pandemia.
A cena consiste em uma livre adaptação do texto “Os Malefícios do Tabaco” escrita por Anton Tchekhov. O texto da esquete é criado por Bianca a partir de experimentações seguidas da ideia de se curar um vício com o uso de um violão, permitindo que o inusitado habitasse em cada experimentação. Orientada por Simone Reis, a atriz busca invocar, em sua criação, o ridículo, o absurdo e a ludicidade das ações. Deseja, em sua esquete, convidar o espectador à um delírio patético. Em cena, a atriz e o seu violão buscam se tornar Raquel Pereira da Silva: A Santa-de-ferro sem vícios e sem alma.

Direção, atuação e texto: Bianca Terraza
Orientação: Simone Reis
Iluminadora: Julia Tempesta
Câmera: Ana V Rabelo
E um agradecimento carinhoso para os meus colegas de turma que trocaram tanto comigo durante a matéria virtual: Pandemonólogos - Live-me ou deixe-me na Universidade de Brasília

10 anos

A Genealogia Celeste de Uma Dança

Caboclas Produções

São Paulo - SP

10 anos

A quarentena nos apartou, mas também nos obrigou a identificar outras maneiras de nos sentirmos pertencentes à mesma existência, às mesmas alegrias e medos, aos desejos tremendamente humanos. De repente, muitas das coisas que dávamos por garantidas estavam suspensas e, à revelia de nossas incertezas, a natureza seguiu seus planos exatamente como antes: o céu sobre nossas cabeças, a terra sob nossos pés, e entre eles um acordo inviolável de movimento. O texto nasce justamente a partir do céu, o real e o imaginado, esse tecido para o qual olhamos desde a ancestralidade em busca de direção, horizonte, futuro.

Atuação: Luciano Chirolli
Texto: Juliana Leite
Direção: Bruno Kott
Fotografia: Lucas Barbi
Assistente de Câmera: Felipe Cardozo
Som Direto: Deby Murakawa
Música e Mixagem: Edson Secco
Arte e Montagem: Diogo Hayashi
Direção de Produção: Gabrielle Araújo
Produção Executiva: Mônica Vasconcellos e Elisete Jeremias
Assessoria de Imprensa: Ana Luiza Ponciano
Correalização: Caboclas Produções e Espaço Pândega

12 anos

A Sobrevivência dos Vagalumes

Coletivo Vagalumes

São Paulo - SP

12 anos

O espetáculo é uma experiência sonora e imagética criada coletivamente a partir da obra “Woyzeck”, do dramaturgo Georg Büchner, na qual um homem se submete a se tornar um experimento científico como forma de conseguir dinheiro. O coletivo se colocou na relação com a obra buscando criar possibilidades de sonho diante de um mundo em que nos parece impossível sonhar e criou uma dramaturgia autoral que transforma as questões investigadas em experiência cênica a partir de textos, ações, imagens, musicalidade e poesia.

Direção: Felipe Rocha
Assistência de Direção:
Camila Caroline, Clara Almeida, Rafinha Caroprese
Autor: Coletivo Vagalumes
Elenco: Arthur Donzel, Beatriz Rodrigues, Bruna Titero, Denise Lopes, Fátima Gonçalves, Gabi Pacheco, Isa Alves, Kenzo Kozonoe
Lígia Oliveira, Lucas Araújo
Márcio Eduardo, Marcos Vigolo, Pedro Antonio do Prado, Renato Augusto, Tatiana Rubin, Thais Genovese, Victórya Ferpri, Zé Mário Luongo

Livre

A Travessia de Maria e seu irmão João

Cia. Arthur-Arnaldo

São Paulo

Livre

Sinopse
Em tempos de guerra e fome Maria e seu irmão João enfrentam o medo do abandono, o escuro da floresta e os terríveis planos de uma bruxa. Com coragem, inteligência e de mãos dadas fazem a travessia que os levará de volta para casa.

Dramaturgia livremente inspirada no conto João & Maria - Carú Lima, Júlia Novaes, Luisa Taborda e Soledad Yunge
Roteiro - Luisa Taborda e Soledad Yunge
Direção - Soledad Yunge
Assistente de filmagem e continuísta - Ana Matie
Elenco - Carú Lima e Júlia Novaes
Diretor de Fotografia - Edson Kumasaka
Assistente de camera - Alef da Paz e Marcelo Kahn
Som direto - Alef da Paz e Marcelo Kahn
Edição - Júlia Novaes e Soledad Yunge
Montagem - Júlia Novaes
Colorização - Edson Kumasaka
Mixagem de som- Bruno Scarabotto
Cenário - Rafael Souza Lopes
Co-Criação Cenário -Estúdio Lava (Júlia Reis e Lucas Bueno)
Figurinos - Rogério Romualdo
Trilha Sonora Original - Pedro Cury
Iluminação - Júnior Docini
Montagem de luz - Ana Matie
Montagem de Cenário- Guilherme Perez Nagamine e Tuna Serzedello
Concepção e Direção de bonecos - Carú Lima
Vozes em OFF - Guto Togniazzolo (Pai), Jackie Obrigon (Mãe) e Luisa Taborda (Maria)
Panificação de objetos cênicos (bonecos e casa de pão) - Carla Zocchio (Pão da Bola)
Adereços - Fátima Lima e Paula Galasso

Livre

A gente vai... dançar

Núcleo de Improvisação

São Paulo - SP

Livre

O Núcleo de Improvisação pesquisa a improvisação em dança desde 2006. Em 2020/21, a pandemia desloca o espaço possível para o improviso do palco para as telas e transforma as coordenações, estratégias e possibilidades dos gestos. "A gente... vai dançar" é um registro de tentativas e descobertas

Artistas Criadores: Erneste ; Hernandes de Oliveira ; Marcela Páez ; Mel Bamonte ; Paulo Carpino ; Vitor Vieira e Zélia Monteiro / Coordenação Artística: Zélia Monteiro / Direção de Arte: Hernandes de Oliveira / Imagens: Núcleo de Improvisação / Edição: Erneste / Mixagem Som: Erneste / Coordenação de Produção: Rafael Petri (Movicena Produções)

16 anos

Adentre

Cia. Latente

São Paulo - SP

16 anos

Três indivíduos estão em suas casas em meio à pandemia. Usando suas próprias câmeras, mostram as tarefas cotidianas e os momentos de angústia e revolta, ressaltando as semelhanças e diferenças do dia a dia. A realidade dos atores se mescla com a ficção, convidando o espectador a adentrar suas casas.

Atores: Marcia Panda, Jorge Paiva, Artur Nava
Roteiro: Artur Nava, Jorge Paiva, Marcia Panda
Edição: Artur Nava
Pré - edição: Jorge Paiva
Marcia Panda
Fotografias: Júlia Nava, Leandro G. Valença de Macedo, Vinicius de Paula
Direção: Artur Nava, Jorge Paiva, Marcia Panda
Produção: Artur Nava
Agradecimentos: Júlia Nava
Leandro G. Valença de Macedo, Vinicius de Paula
Realização: Cia. Latente

16 anos

Agridoce

Cubo Cultural

São Paulo - SP

16 anos

Eu nunca contei isso pra ninguém. Eu nunca esqueci o primeiro homem que me tocou. Hoje eu sou capaz de nomear minha dor. Mesmo sem acreditar em Deus, eu orei baixinho pra que ele não viesse atrás de mim. Eu preciso falar sobre o que me aconteceu.

Dramaturgia e Direção: Pedro Leão
Atuação: JOMA
Direção de Arte: Daniel Beoni
Direção de Fotografia: Carolina Guimarães
Direção de Produção: Juliana Kovalenkinas
Assistência de Produção: Isabella Purcino
Intérprete de Libras: Luccas Araújo
Edição e Legendagem: Daniel Beoni
Realização: Cubo Cultural

Livre

Arquivo Morto

Grupo Guichê 43 de Teatro

São Paulo - SP

Livre

Aos interessados, viemos por meio desta informar que existem incongruências em nossas certidões de óbito. Exigimos que as causas mortis atuais sejam substituídas pelas nossas verdadeiras causas de morte, de forma a traduzir nossos sofrimentos em vida. Por favor, não nos deixe cair no esquecimento.

Direção e edição de vídeo: Catarina Aretha Gabriel
Elenco: Bruno Fanin, Clara Beatriz, Dani Vianna, Gabriela Cortez

Livre

Arreia

Iara Campos e Íris Campos

Olinda - PE

Livre

Arreia é um duo estreado pelas artistas Iara Campos e Íris Campos, que tem a direção do mestre Paulinho 7 Flexas. O enredo constrói a relação entre as tradições indígenas sobre o universo dos sonhos, a criação do Caboclinho 7 Flexas do Recife e a relação afetiva das artistas com a Agremiação. Além disso, Arreia se ancora na ancestralidade indígena que Íris, Iara e Paulinho 7 Flexas têm em seu tronco, construindo uma narrativa que honra seus antepassados, traz à tona a resistência dos povos originários em diferentes contextos e aponta reflexões para novos conceitos de preservação e manutenção de suas culturas.

Criação: Iara Campos, Íris Campos e Paulinho 7 Flexas
Direção: Paulinho 7 Flexas
Trilha sonora: Jonhann Brehmer e Caboclinho 7 Flexas do Recife
Figurino: Maria Agrelli e Caboclinho 7 Flexas do Recife
Direção do vídeo: Filipe Marcena, Marcelo Sena, Iara Campos e Íris Campos
Fotografia e créditos do vídeo: Filipe Marcena
Captura e mixagem de som do vídeo: Marcelo Sena

14 anos

Ato Parental

São Paulo

14 anos

Ato Parental são experimentos audiovisuais do espetáculo escrito a partir das experiências, encontros, rodas de conversa, workshops e oficinas com jovens pelo núcleo artístico da Cia. Arthur-Arnaldo entre os meses de agosto de 2017 e novembro de 2018 como parte do projeto )entre jovens( contemplado pela 30a edição do Programa Municipal de Fomento ao teatro para cidade de São Paulo. Os vídeos fizeram parte da ação contemplada no módulo I, Maria Alice Vergueiro, do Inciso III da Lei Aldir Blanc no município de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Núcleo artístico da Cia Arthur Arnaldo: Carú Lima, Júlia Novaes, Luisa Taborda
Soledad Yunge, Tuna Serzedello

Jovens participantes:
Alex Eufrazio, Aruan Alvarenga, Carla Dionísia Carol Rodrigues, Gabriel Nassif, Gabrielly Lima, Helena Bohmer, Ingrid Andrade, João Pedro Rosa, Juliana Yunge, Leticia Garcia, Linian Doy, Lorena C. Reis, Marcos Paulo
Nicole de Barros, Noemi Namakura, Olivia Yunge
Yuri Lima, Thiago Silva
Peter Parker, Vinicius Saccá

12 anos

BECKETTFEST

Theatro Technis

São Paulo - SP

12 anos

BECKETTFEST é uma mostra de três peças-filme experimentais da Theatro Technis que recriam textos curtos do dramaturgo irlandês Samuel Beckett. Dando continuidade à pesquisa da companhia, com enfoque na direção de atores e no uso do texto bilíngue português-inglês alternadamente em cena, as montagens se desafiam a traduzir o sentimento de estranhamento dos textos originais para um novo formato digital.
TEATRO foca nas falas incessantes de três cabeças desmembradas, de um homem, sua esposa, e sua amante, enquanto recontam vertiginosamente suas experiências dentro do triângulo amoroso. É, ao mesmo tempo, uma farsa e um tipo de inferno.
Fôlego: Choro, inspiração, expiração, choro.
WW desenvolve-se no interrogatório e incansáveis perguntas disparadas pelo implacável Bam a Bim, Bom, e Bem, enquanto sua própria voz rege toda a ação. É uma espécie de consciência reflexiva em constante ato de tortura.

A partir da peça Play de Samuel Beckett
Direção e edição - Thiago Richter
Tradução - Jéssica Cardia e Thiago Richter
Maquiagem e câmera - Luiza Murtinho
Elenco - Jéssica Cardia, Luis Guilherme Pereira e Marina Giacon
Produção - Theatro Technis

WW
A partir da peça What Where de Samuel Beckett
Direção - Jéssica Cardia e Thiago Richter
Atuação - Thiago Richter
Tradução - Jéssica Cardia
Câmera - Luiza Murtinho
Captação de som - Marina Giacon
Conceito de maquiagem - Mia Trefiglio
Produção - Theatro Technis

Fôlego
A partir da peça Breath de Samuel Beckett
Direção e edição - Thiago Richter
Concepção cenográfica - Jéssica Cardia, Luis Guilherme Pereira, Luiza Murtinho, Marina Giacon e Thiago Richter
Produção - Theatro Technis

Direção geral e arte gráfica - Thiago Richter
Direção de produção - Luiza Murtinho

Livre

Bruxa preta em RE-TOMADA – Travessia cinematográfica de dança

Luzinete Silva

Araraquara - SP

Livre

“Bruxa preta em RE-TOMADA – Travessia cinematográfica de dança” é um espetáculo-experimento digital. Em cena: bruxas, curandeiras, guerreiras, feministas habitam o corpo negro feminino em uma jornada de transformações. Dançam em denúncia. É o levante de lutas por territórios e existências, na batalha pela re-tomada de suas próprias histórias. Luzinete Silva nos convida ao agora, em conexão com a terra, cavando a si mesma junto às raízes e rituais da ancestralidade afro-brasileira e indígena. No chão híbrido das telas cibernéticas, a mulher dança, e se faz dança em comunidade, em um plugar de memórias e trajetórias.

Direção, coreografia, interpretação e argumento: LUZINETE SILVA
Assistente de direção e de coreografia: SABRINA KELLY
Trabalho criado em processo colaborativo pela equipe: LUZINETE SILVA, ADRIANO REALI, DENNY NEVES e GUILHERME BONINI
Provocação cênica: DENNY NEVES
Dramaturgia corporal, figurino e maquiagem: ADRIANO REALI
Cenografia: RAQUEL BONAZZI
Videomaker e roteiro: GUILHERME BONINI
Assistente de câmera: LUCAS TANNURI
Operadora de drone: CRIS BERTOZZI
Trilha Sonora: LUCIANO SALLES
Desenho de som: WISLEY LUIZ
Making of: JANAÍNA NOGUEIRA
Identidade visual: MARINA AMARAL
Coordenação de Comunicação: KHÁRENN CASTRO
Produção executiva: ALEXANDRE JULIANETTI
Produção: NEILA DÓRIA
Assistente de produção: ALINE LOPES
Coordenação de Produção do Projeto: LUZINETE SILVA

16 anos

Carascáries

Julia Tempesta

Brasilia - DF

16 anos

Quantas caras têm os esconderijos das cáries?

Orientação: Simone Reis
Concepção, atuação e encenação: Julia Tempesta

Livre

Caxola

Ó1É Cia

Valinhos - SP

Livre

Queria ir lá fora
"É perigoso!" todos dizem agora
O jeito é ficar em casa
Fazendo a mesma coisa sem graça
A diversão está encaixotada
E pode te colocar numa cilada
O que quero dizer é:
A Ó1É Cia de Dança
Te convida a uma mudança
Vamos brincar de um jeito diferente
Ainda que seja na casa da gente
Já se preparou para essa aventura?
É preciso ter muito jogo de cintura
Não esqueça seu chapéu
Anote tudo em um papel!

Dramaturgia: Releitura Cênica da obra O Gatola da Cartola do cartunista e escritor Dr. Seuss.
Roteiro e Direção: Marol Andrade
Orientação: Irani Cippiciani
Direção de vídeo e edição: Dinho Bomfim
Filmagem e Iluminação: Danilo Coelho
Trilha sonora: Rodrigo Busnardo
Intérpretes criadores:
Ana Cláudia Alves Martins,
Amanda Gallo, Flávio Calefi
Francielle Fernandes, Julia Galvão, Lívia Porto, Priscila Ribeiro

12 anos

Chumbo

Núclea Tranzborde

São Paulo

12 anos

Chumbo é uma experiência hibrida entre as linguagens da dança, performance e cinema. O performer cria um percurso de movimentos inspirados pela plasticidade do elemento chumbo e as consequências do uso do mesmo pelo ser humano. Som, luz e câmera se relacionam com as narrativas corpóreas propostas.

Direção de espaço: GIVVA
Coreografia e Performer: Oru Florydo
Investigação de som: André Papi
Investigação de luz: Guilherme Soares
Câmera performer e edição de vídeo: GIVVA
Direção Coletiva: Oru Florydo, André Papi, Guilherme Soares e GIVVA
Som Direto: Silas Machado
Produção: Ana Luiza Reghelin e Letícia Cabral
Realização: Núclea de Pesquiza Tranzborde
Apoio: Corpo Rastreado

12 anos

Chão de Pequenos

Cia. Negra de Teatro

Belo Horizonte - MG

12 anos

Um queria ser piloto de corrida. O outro gostava de ouvir a quietude. Vieram da terra onde, afirmam alguns, as crianças já nascem mortas ou envelhecem ainda meninos. Da rua. Texto, movimento, paisagens sonoras numa fábula que se pergunta sobre amizade, adoção, abandono. E os des-abandonos.
Entre a infância e a adolescência, marcados pela orfandade e o abandono da própria família. Dos orfanatos às ruas das grandes cidades, a fábula dos garotos revela a importância da empatia, do diálogo e do afeto nos dias de hoje, numa sociedade marcada pela intolerância e pelo preconceito.

Chão de Pequenos
Ficha técnica (versão digital)
Apresentação: Companhia Negra de Teatro
Concepção e atuação: Felipe Oládélè e Ramon Brant
Textos/Dramaturgia: Ana Maria Gonçalves, Felipe Oládélè e Ramon Brant
Direção de Fotografia: Pedro Estrada
Operador de Câmera: Guilherme Gnomo
Captação de som: Vítor Brandão
Montagem e finalização: Claryssa Almeida
Iluminação Teatro: Cris Diniz
Técnicos Teatro: Sabará e Baiano.
Making Of: Gustavo Gomes
Direção de Produção: Gabrielle Araújo [Caboclas Produções]



Ficha Técnica (Espetáculo Teatral)
Direção: Tiago Gambogi e Zé Walter Albinati.
Concepção e atuação: Felipe Oládélè e Ramon Brant.
Dramaturgia Coletiva.
Textos: Ana Maria Gonçalves, Felipe Oládélè e Ramon Brant. Provocação Dramatúrgica: Grace Passô.
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Tiago Gambogi. Iluminação: Cris Diniz.
Operação de Luz: Eliezer Sampaio.
Trilha Sonora Original: GA Barulhista.
Operação de Som: Diego Roberto.
Figurino: Bárbara Toffanetto.
Cenografia: José Soares da Cunha e Zé Walter Albinati.
Cenotecnia: José Soares da Cunha.
Direção de Produção: Gabrielle Araújo [Caboclas Produções]
Fotografia: Lucas Brito.
Escrita Poética do Processo: Bremmer Guimarães.
Realização: Companhia Negra de Teatro.
Classificação: Livre.

Livre

Claudia representa o seu futuro filho e o Bombeiro o seu amado emprego

Cia Oceano (Teatro Imediato) de Artes Integradas

Salvador/Bahia

Livre

A saga de um jovem casal sem filhos que se encontra no período mais difícil de seu relacionamento: A pia da cozinha está quebrada e eles aguardam ansiosos pela visita da bombeiro hidraúlico.
Mas não se engane, nesta comédia cínica qualquer detalhe tem um equivalente pisicanalítico e as piadas mais clownescas são metáforas de traumas profundos. A amiga do casal, Claudia, representa o seu futuro filho, e o bombeiro, o seu amado emprego.

Elenco: Lua Martins e Thor Vaz
Roteiro e direção: Thor Vaz
Trilha sonora: Lua Martins
Edição: Thor Vaz

Livre

Cordeiro Místico

Andréia Nhur/Pró-Posição

São Paulo e Sorocaba - SP

Livre

O Projeto sonorocoreográfico é um fluxo de estudos sobre som, voz e movimento, iniciado em 2020. Os estudos investigam as interações criativas entre sons e gestos vocais-corporais como dispositivos co dependentes em um processo coreográfico.
Numa estrutura de loopdance, ‭ ‬a performer grava ‭ ‬sua própria voz, percussão corporal e sons respiratórios enquanto move seu corpo compondo diferentes traçados‭ ‬ coreográficos ‭ ‬e‭ ‬ ‭ambientes‭ sonoros‭ ‬ em‭ ‬ ‭ ‬repetição.‭ ‬
Em 2021, o projeto gerou o experimento de dança para vídeo “Cordeiro Místico”, apresentado na 8a edição do Dança à Deriva. O título faz menção à obra‭ ‬Adoração do Cordeiro Místico, pintada pelos irmãos Van Eyck, no século
XV,‭ ‬ ‭ ‬em‭ ‬ ‭ ‬que‭ ‬ ‭ ‬um‭ ‬ ‭ ‬cordeiro‭ ‬ ‭ ‬de‭ ‬ ‭ ‬Deus,‭ ‬ ‭ ‬representado‭ ‬ ‭ ‬com‭ ‬ ‭ ‬olhos‭ ‬ ‭ ‬humanos,‭ ‬ ‭ ‬é
adorado em ato de sacrifício. Juntando canções e sons religiosos em repetição ritualística, o trabalho invoca estados advindos de práticas de rito, encantamento e transe, tendo como provocação as discussões do livro "The disappearance‭ ‬ ‭ ‬of‭ ‬ ‭ ‬rituals”‭ ‬ ‭ ‬(O‭ ‬ ‭ ‬desaparecimento‭ ‬ ‭ ‬dos
rituais), do filósofo Byung-Chul Han (2020). Para Han (2020), enquanto a hipercomunicação digital produz uma comunicação sem comunidade, os rituais trazem a comunidade para o corpo. Nessa chave ritualística,‭ ‬ o projeto explora‭ ‬ a repetição‭ ‬ como ferramenta ‭ ‬de permanência e a construção de estados ligados a um suposto “corpo comunal”, um quase transe de comunhão com simbologias coletivas. Congregando
ciclos repetitivos de‭ ‬ respiração, ruídos, ‭ ‬vocalizações, gestos,‭ ‬canto
barroco, spiritual, pontos, cantos difônicos, a estrutura evolui de uma ordenação coreográfica à construção de um fluxo dançomaníaco.
Desde janeiro de 2022, o trabalho segue em processo de criação, manipulando-mantendo-alterando elementos já encontrados, com intenção de estrear uma obra sonorocoreográfica (presencial) em novembro de 2022. Com apoio do Proac-04/2021, o projeto terá colaboração coreográfica do artista moçambicano Horácio Macuacuá, em residência intensiva durante o mês de maio.

Projeto Sonorocoreográfico (em andamento):
Criação, pesquisa e performance: Andréia Nhur
Produção, colaboração, fotos, vídeo e assistência de direção: Paola Bertolini
Colaboradores: Horácio Macuacuá e Janice Vieira
Apoio: Proac 04-2021

Cordeiro Místico (2021):
Criação, pesquisa e performance: Andréia Nhur
Produção, colaboração, fotos, vídeo e assistência de direção: Paola Bertolini
Realizado no ASIL-De Krook (Ghent, Bélgica) e Destelheide Center (Dworp, Bélgica)

Livre

Cripta

TEATRO SECALHAR

Curitiba - PR

Livre

“Quem vem cá, que entre consigo, carregando as velhas sempre novas casas de si. Pelos pisos e paredes da vida agora comum se achegam os fins das muitas moradas. Quando, então, ao sumir o último sol, formos terra, água, fogo e ar, nos encontraremos para as boas-vindas de quem já partiu - e que hoje volta a partir.”

Performers: Jade Giaxa, Karina Rozek, Milena Plahtyn e Rafael Rodrigues
Dramaturgia: Vinicius Medeiros
Direção audiovisual, direção de fotografia, operação de câmera, edição e finalização: Eduarda Camargo
Design gráfico: Karina Rozek
Operação de câmera, assistência de fotografia e de direção: Renan Gumiel
Iluminação: Nádia Luciani
Platô, assistência de iluminação e captação de som: Vini Sant
Figurino: Fernanda Peyerl
Maquiagem: Andromeda
Consultoria artística: Francisco Gaspar
Preparação corporal: Milene Duenha
Direção de arte e direção de produção: Rafael Rodrigues
Contrarregragem: Andromeda, Fernanda Peyerl e Vinicius Medeiros
Produção geral: TEATRO SECALHAR
Apoio: Backbros - Locadora de Câmera
Agradecimentos: Fabio Nunes Medeiros, LABIC - Laboratório de Iluminação Cênica FAP/UNESPAR, Pêdra Costa, Pedro Bento de Oliveira e Wash Cavalli e família.
Captação de recursos: Carol Roehrig
Incentivo: Uninter

Livre

Dancei acordada.e e estava sonhando

Carolina Minozzi

São Paulo - SP

Livre

dancei acordada.e e estava sonhando [2021]

dancei acordada.e e estava sonhando é uma videodança elaborada a partir da experiência em derivas solitárias no período de isolamento social, feitas por Carolina Minozzi na cidade de Mairiporã (São Paulo - SP).

As derivas solitárias eram uma prática diária, na qual a artista não estava interessada em realizar determinado percurso, mas estar presente no tempo e à escuta do ânimo dos lugares por onde passava. Desta prática sensível foram se fazendo suas trajetórias e danças-sonhos que expandiam a ideia de público para seres não-humanos.

FICHA TÉCNICA

Direção, dança e captação de imagens: Carolina Minozzi
Edição e finalização de vídeo: Henrique Cartaxo
Trilha sonora, edição e mixagem: Inés Terra
Produção: Carolina Goulart

Agradecimentos: Rafaela Minozzi, Essio Minozzi , Tara Oliveira Minozzi, Rodrigo Munhoz e Flor Carizzo

Este projeto foi contemplado pelo edital PROAC Expresso Lei Aldir Blanc No 41/2020



Livre

Do Improviso na tela

Núcleo de Improvisação

São Paulo

Livre

Este vídeo foi criado durante a pandemia, a partir do material gerado nos encontros de improvisação do grupo, através da plataforma zoom. Utilizamos recursos analógicos simples de intervenção nas câmeras de nossos computadores, o que provocou alterações no espaço de nossas casas e estimulou novas coordenações de movimentos.

Coordenação Artística: Zélia Monteiro
Artistas criadores: Ernesto Filho, Hernandes de Oliveira, Marcela Páez, Mel Bamonte, Paulo Carpino, Vitor Vieira e Zélia Monteiro
Direção de arte e edição : Hernandes de Oliveira
Imagens: Núcleo de improvisação
Coordenação de Produção: Rafael Petri (MoviCena Produções)

Livre

Em Memória

Vaca Amarela

Campinas - SP

Livre

Durante o período pandêmico, de muitas perdas e esperas, o que te fez seguir em frente? Existe aquela lembrança que você recorre nos momentos difíceis? Qual memória que te move?
Nós, do grupo Vaca Amarela, nos fizemos essa mesma pergunta e, como resposta, criamos cinco solos no projeto “Em Memória” – uma pequena homenagem aos momentos simples e importantes da nossa vida.

FICHA TÉCNICA

Direção: Juliana Eiras

Elenco: Breno Azevedo, Danilo Guimarães, Gui Martins, Helena Chiste e Mariana Yamada

Filmagem e Edição: Nina Pires

Apoio de edição: Juliana Eiras

Iluminadora: Maíra Prates

Concepção de maquiagem e maquiadora: Helena Chiste

Produção: Grupo Vaca Amarela de Teatro

Agradecimentos: Espaço Útero de Vênus, Verônica Fabrini, Eduardo Okamoto, Jonas Gimenes Bíscaro, Thais Santos, Luê Vanoni e Regina Célia Medeiros.

Todas as músicas utilizadas nessa obra são de domínio público.

14 anos

Enquanto esperávamos a Páscoa

João Henrique Medeiros, Mariana Mello, Milena Richter, Sandro Toledo e Victor Milet

Niterói - RJ

14 anos

No período de um ano, três personagens ingressam em uma jornada de autoconhecimento para questionar tradição, família e identidade, propondo um olhar esperançoso para a nova realidade que se aproxima. Mesclando linguagem teatral, audiovisual, videoclipe e performance, com elementos do universo Queer, o filme-peça apresenta uma trajetória de renascimento, quando a única maneira de ressurgir é queimar o que não tem mais sentido.

Direção e dramaturgia: Mariana Mello
Elenco: João Henrique Medeiros, Milena Richter e Victor Milet
Edição: Mariana Mello e Victor Milet
Trilha sonora: Sandro Toledo

Livre

Esperar Cansa

CABEÇÃO_cansado

Araraquara - SP

Livre

Uma canseira tem se impregnado por todos os cantos desse país desgovernado. Na cidade tudo parece normal até que paremos para olhar com mais detalhes a devastação que nos cerca. Nos parques o incêndio criminoso destrói a vegetação do local, o ar fica denso e de uma cor amarelada intensa. Tudo é cinza. Ainda pensamos na possibilidade de respirar com alívio e sossego. Poderemos? Esperamos. Pensamos, nos debatemos em pensamento e nos cansamos pela angústia do presente. E se um ser fantástico se teletransportasse de uma outra dimensão para a Terra, o que ele sentiria ao presenciar esse cotidiano em ruínas? Como comportaria o seu corpo ao presenciar a destruição? E se esse corpo tivesse uma cabeça de tamanho desproporcional que cruza os espaços desestabilizando e condensando toda essa canseira humana no meio da sua caixa craniana? Ai que canseira, ai que preguiça…

Performance: Victor Ferrari
Composição coreográfica e edição de vídeo: Beatriz Borghi
Figurino e visualidades: Juliana Batosto
Trilha Sonora: Guilherme Garboso
Confecção do Cabeção: Bruno Silva

Livre

Espetáculo Transpassar

Andanças

São Paulo

Livre

O espetáculo “Transpassar” de dança contemporânea é composto por performances-partituras corporais individuais, vídeo-performances, costurado por coreografias coletivas e organizado de maneira poética e reflexiva. Trata-se de uma montagem em que as inquietações vividas em 2020 dentro de casa foram colocadas em cena. Assuntos como o vazio, a fragilidade, a hiper-virtualização e a ausência são abordados na montagem.
A respeito do processo criativo, trata-se de uma composição em que os intérpretes foram co-criadores. Estes investigaram-se como indivíduos e o seu próprio entorno, com base na Técnica Klauss Vianna. Durante o processo, nos propusemos a questionar as marcas e traumas que apareciam no corpo no período de isolamento.
Em "Transpassar" nos questionamos sobre o que realmente ficou, atravessou e transpassou o corpo coletivo. É a busca pela experiência que atravessa, é um ato de sobrevivência do coletivo que busca tirar da anestesia quem o faz e quem o assiste.

Coreografia e Direção: Luciana Romani

Bailarinos:
Esther Rodrigues
Evelin Gonçalves
Giorgia Cirenza
Juliana Grandizoli
Mariana Kuntz
Raffaela Scotti
Julio Cesar Aidar Goes Françoso

Produção: Nuno Holanda Sá
Produção Executiva: Tiago Salgado
Trilha Sonora: Mirella Andreotti e Alexandre Avicena

12 anos

Estamos todos olhando para uma mesma janela

OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação

São Paulo - SP

12 anos

Quais as fronteiras físicas e simbólicas impostas pelo distanciamento? Que exaustões se fazem presentes no contato constante com o virtual? E quais são os efeitos desse cenário nos nossos sentidos e sensibilidade? Andamos com uma tela de luz branca nos olhos, andamos vendo coisas demais. Onde essas coisas ficam guardadas? “Estamos todos olhando para uma mesma janela” é um video arte experimental que surge do trabalho de pesquisa do OBARA – Grupo de Pesquisa e Criação durante a pandemia de Covid-19. A partir do improviso com partituras de movimentos corporais e frases dramatúrgicas de Bia Miranda, os integrantes se debruçam sobre as possibilidades de contato e escuta dentro da virtualidade. Temos sentido?

Criação: OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação
Orientação e Direção: Lu Carion
Dramaturgia: Bia Miranda
Intérpretes: Bárbara Sgarbi, Bia Miranda, Gabriela Rocha, Luciana Romani, Tássia Melo, Thiago Jansen e Tiago Salgado
Finalização de Som: Nicholas Rabinovitch
Trilha Sonora: Música Zero - Guaribas / O Olhar no Nada - Matheus Gois
Edição de Vídeo e Motion: Gabriela Rocha
Agradecimentos: Débora Lugli
Realização: OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação, Lei Emergencial Aldir Blanc, Secretária de Cultura de São Paulo e Governo Federal.

Livre

Estio__ rito em lapso

Nii/Colaboratório

Salvador - BA

Livre

O que era o futuro? Aquilo que esperavam não tinha vindo.

Os sentidos traçados em “Estio” (2018) são postos em perspectiva e reposicionados em “Estio_rito em lapso” (2021), uma obra audiovisual produzida em contexto pandêmico, de modo predominantemente remoto (ensaios, gravações, pós produção). Acreditando que as obras se atualizam com os tempos, bem como atualizam os tempos, pergunta-se que respostas ao presente “Estio” pode oferecer. Entrecruzada por futuro, isolamento, precariedade, exaustão, sobrevivência e conflitos, esta criação é centrada na ideia de distopia coreográfica. Nela, o Nii/Colaboratório levou em consideração a pandemia iniciada em 2020, investigando, ainda, que danças emergem quando o virtual e o real são equivalentes.

Como insistir frente à desolação e ao esquecimento? Futuros ainda podem ser
inventados?

Direção Artística Geral: Alana Falcão, Melissa Figueiredo e Neemias Santana
Elenco e imagens: Ana Brandão, Cami Carvalho, João Rafael Neto, Joely Silva, Luana Fulô, Marcos Ferreira, RuanWills, Sebastião Abreu e Thiago Cohen
Direção de Fotografia: João Rafael Neto,Alana Falcão, Melissa Figueiredo e Neemias Santana
Direção de Arte: Alana Falcão, Melissa Figueiredo e Neemias Santana.
Trilha Sonora: Ramon Gonçalves – AURATA
Montagem e finalização: Wendel Assis
Assistência de montagem: Maria Mango
Design: Ramon Gonçalves
Produção: Natália Valério
Realização: Nii/Colaboratório

Livre

Eu livre em mim

Roberta Wagner

São Paulo / SP

Livre

O Eu Livre em Mim é um estudo sensível que busca refletir sobre reconhecer as próprias sombras, a relação do tempo com o corpo e experiências sensoriais em torno do nascimento e a morte a partir de trajetórias pessoais.

Dramaturgia e Performance: Roberta Wagner
Câmera e Edição: Mirella Andreotti

16 anos

Exília

Juliana Pautilla

São Paulo - SP / Belo Horizonte - MG

16 anos

Um recorte de imagens e imaginações sobre um corpo em colapso. Uma dramaturgia de corpo, de sintomas, de crise. Um convite para pensarmos em uma sociedade que cria a noção de mulher para adequar às suas normas violentas. A videoperformance foi criada durante a pandemia, pela artista Juliana Pautilla, através da Lei Aldir Blanc-MG. É uma versão filmada da peça Exília, que mantém a dramaturgia, mas usa três locações distintas (palco, corredor de casa e a rua) e três dispositivos de imagem (câmera, celular e projeção) para pensar nos aparatos tecnológicos de confissão contemporânea.

Direção, roteiro e atuação: Juliana Pautilla
Provocações performativas e pesquisa: Ana Luisa Santos
Trilha e efeitos sonoros: Lucas Morais
Fotografia e iluminação: Lucas Pradino
Edição: Ricardo Gonçalves
Produção e assistente de câmera: Jéssica Lauriano
Técnica vocal: Silvana Stein
Técnica corporal: Thiane Nascimento
Fotografia making of: Nubia Fernamo

Livre

Fechos

Aline Salmin

Uberlândia - MG

Livre

Videoperformance-instalação criado a partir da performance Fechos, para o suporte audiovisual. Tem como disparador elementos autobiográficos para sua concepção. Quais são as amarras que dominam e sufocam a corpa? Quais e quantas violências se inscrevem na corpa? A partir do objeto sutiã, a performer propõe gestos de acumulação, sufocamentos e subversão a partir da relação entre o que violenta, o que sufoca, o que fecha. Quantos são os fechos que cercam? Quantos são os fechos que cabem antes de serem abertos? Da insistência no fechar, do que salta aos olhos e que se
transforma. Da insistência em continuar fechando, colocando e acumulando.

Criação e performance: Aline Salmin
Fotografia e edição: Bruna Brunu
Colaboração artística: Bruna Brunu e Alexandre Molina.

Livre

Gestos Barreiras

Laboratório de Manuseio Coreográfico

São Paulo

Livre

Como a pandemia tem nos coreografado? Que gestos são necessários, possíveis, urgentes? Que gestos surgem quando a mediação das relações e afetos são as telas?
“Gestos barreiras” é uma série de três vídeo-danças que dão a ver diferentes aspectos do gesto no contexto da pandemia do Covid-19. São três estados de um mesmo tempo organizados em dramaturgias gestuais de listas: “Sustentar a falta” sublinha aquilo que aparece na falta, na impossibilidade do fazer, em que a produtividade dá lugar a gestos possíveis entre a sustentação e a desistência; “Barrar em gestos” traz a literalidade da ação de barrar sublinhando aspectos desapercebidos na repetição exaustiva - e necessária - do cotidiano; “Não esquecer dos gestos de acolhimento” se voltam para a imaginação de outros gestos possíveis que, assim como anticorpos, protejam os corpos de ameaças externas a partir de dentro dos organismos e das casas. Seja pela paragem, pela repetição ou pela imaginação, a série “Gestos Barreiras” é uma aposta na sensorialidade do meio audiovisual como modo de criar experiências sensíveis e possíveis.

Concepção: Laboratório de Manuseio Coreográfico
Direção Geral e Direção de Movimento: Camila Venturelli
Criação, Performance e Captação de vídeo: Camila Venturelli, Letícia Trovijo, Naíra Gascon e Rebeca Tadiello
Colaboração Artística: Dani Lima
Dramaturgismo: Candice Didonet
Consultoria de vídeo e montagem: Bruna Lessa e Cacá Bernardes / Bruta Flor Filmes
Trilha sonora e finalização de som: Julia Teles
Arte Gráfica: Maria Carolina Marchi
Assessoria de Imprensa: Elaine Calux
Produção: Wesley Mendes
Direção de Produção: Cristiane Klein / Dionísio Produção

12 anos

Hoje Mais Cedo Vi Um Gato Comer a Língua de Um Porco

Grupo Asavessa

Natal - RN

12 anos

“Abigail e Olívia são primas que, em um domingo qualquer, numa pandemia não tão qualquer, estão cortando e conversando abobrinhas. Eis que começam a reconhecer o estrago do mundo e acabam cortando os próprios dedos, banhando-se de sangue. Através do nonsense, da ironia, sarcasmo, humor ácido, debochado e pastelão, “Hoje Mais Cedo Vi Um Gato Comer a Língua de Um Porco” faz rir e, ao mesmo tempo, poderá deixar o espectador moralmente culpado por ter rido; bem como poderá fazer chorar. Nesse espetáculo o que se tem é diversão e angústia (às vezes ambos beirando o insuportável), duas emoções que, à primeira vista, se desencontram, mas que essa obra faz o paradoxo funcionar.”

FICHA TÉCNICA:

Direção: Deborah Custódio

Elenco: Camilla Custódio e Deborah Custódio

Voz do narrador: Eduardo Colodino

Dramaturgia: Camilla Custódio e Deborah Custódio

Cenário, figurino e maquiagem: Deborah Custódio

Iluminação: Rogério Ferraz

Direção de Fotografia: Ádila Santos e Maiakovski Pinheiro

Som e Edição: Davi Selton

Edição de som: Erick Henrique

Contrarregra: Caju Dantas

Cenotécnica: Flávio Almeida Bittencourt, Juca Santos e Nando Galdino

Produção: José de Medeiros

Design gráfico: Sofia Ohanna

Still: Ian Rassari

Making off: Dias Blue

Confecção de figurino: Fátima Rocha

Produtora audiovisual:
Nobir Produtora

Apoio:
Sebrae RN
Nobir Produtora

Agradecimento:
Clowns de Shakespeare

Livre

Janela 43

GRUA - Gentlemen de rua

São Paulo - SP

Livre

Tendo como interface as despudoradas janelas do Edifico Mirante do Vale, no coração de SP, o filme nos convida a acompanhar uma jornada íntima e vertiginosa do seu reencontro presencial, após um ano de isolamento e interações virtuais.

Como não deixar o corpo e a vontade esmorecerem diante de um horizonte com vista para o caos? Como inventar sentidos para continuar dançando e criando arte diante da intimidação e limitação provocadas pelos acontecimentos recentes?

Essas são algumas perguntas que impulsionaram o Grupo Grua para esta performance.

Performers: Fernando Martins, Henrique Lima, Jerônimo Bittencourt, Jorge Garcia e Vinicius Francês.
A partir do roteiro de Roberto Alencar e Willy Helm, com a colaboração do grupo. Cinematografia e finalização: Osmar Zampieri
Trilha sonora orginal: Fernando Martins
Desenho de luz: Henrique Lima
Figurino: João Pimenta
Cenografia: todos
Imagens aéreas: Ricardo Yamamoto
Registros de memórias virtuais e Radio-guerrilha : Emiliano Manso
Grua direção geral: Jorge Garcia, Osmar Zampieri e Willy Helm
Produção: Corpo Rastreado
Agradecimentos: Ana Teixeira, Andar43, Charly Osbourne, Felipe Scaldini e Michelle Castro.

Livre

La Cotista_BR

Cesar Augusto, Marleen Scholten (Wunderbaum), Monique Vaille, e Pedro Uchoa

Rio de janeiro / Holanda

Livre

LA CODISTA_BR é um espetáculo solo sobre uma mulher que decide criar uma profissão através de uma palavra inventada. Codista. Aquela que fica na fila para os outros. Algo aparentemente simples, mas é um trabalho que oferece mil possibilidades já que as filas e as pessoas são diariamente diferentes. Durante sua história na fila, ela acaba vivendo um pouco de cada um das vidas daquelas pessoas, como se ela pudesse ser muitas em uma só, fazendo da sua espera uma profunda observação do comportamento humano. LA CODISTA_BR flerta com a solidão, a superação e o amor àquilo que se faz.

LA CODISTA_BR, escrito primeiramente em italiano, pela dramaturga holandesa Marleen Scholten, agraciado pelo prêmio nacional de dramaturgia 'Antonio Conti' na Itália, foi traduzido para o português por Pedro Uchoa através da Chamamento Cultural da Embaixada dos Países Baixos, que contemplava também a criação do espetáculo remoto feito pela atriz Monique Vaillé com direção de Cesar Augusto que foi apresentado ao vivo dentro da programação do festival Cena Contemporânea de Brasília em Dezembro 2020 com mais de 900 visualizações.

LA CODISTA.DOC mostra o processo de criação remota do texto teatral da dramaturga holandesa Marleen Scholten, desde a tradução do texto, escrito originalmente em italiano e montado pela primeira vez pela própria dramaturga, até a sua estreia num festival de teatro online de Brasilia. O documentário mostra todas as etapas do processo de criação do espetáculo solo performado por Monique Vaillé, dirigido por Cesar Augusto e traduzido por Pedro Uchoa, além de todos desafios encontrados pela equipe formada por nove artistas sem nenhum encontro presencial. Como fazer teatro através de um tela? As 70 horas de ensaio em 30 encontros estão sintetizadas nesse documentário, que deixa o registro de como os artistas tiveram que se reinventar o teatro durante a pandemia de Covid 19. O trabalho foi realizado através do Chamamento Cultural da Embaixada dos Países Baixos.

Ficha Técnica
Texto: Marleen Scholten
Tradução: Pedro Uchoa
Direção: Cesar Augusto
Performer: Monique Vaillé
Trilha Sonora: Felipe Storino
Direção de Imagem: Thiago Sacramento
Figurino: Patrícia Muniz
Visagismo e maquiagem: Diego Nardes
Fotos divulgação: Carolina Godinho
Produção: Cesar Augusto, Pedro Uchoa e Monique Vaillé
Realização: Cia dos Atores, Corpo Rastreado (na apresentação do Sesc Pinheiros)Wunderbaum e Treco Produções
Apoio: Câmbio, Consulado Geral do Reino dos Países Baixos e Sesc Pinheiros

10 anos

Lira I

Thiemy de Oliveira

Embu-Guaçu - SP

10 anos

Inspirado no poema "LIRA I" de Mario Quintana, o trabalho foi desenvolvido pensando nas costuras e amarras "metaforadas" pelo poeta em sua obra e pelas vivências frágeis experimentadas pela intérprete durante o período de criação do vídeo. Além disso, o trabalho explora o estado de corpo sufocado, uma situação também recorrente no nosso cotidiano durante esses anos pandêmicos.

Filmagem, concepção artística, maquiagem, figurino, edição: Thiemy Maria

12 anos

Lágrimas Fritas [uma peça-filme]

Laís Marques

São Paulo - SP

12 anos

Lágrimas Fritas [uma peça-filme] conta com dramaturgia e atuação de Laís Marques, sob direção de Bruno Perillo. A obra lança mão da metáfora de uma mulher em busca da própria bússola enquanto navega em alto mar. Uma coleção de figuras afetivas femininas da própria autora-atriz atravessam a narrativa: as aventuras da bisavó imigrante, as perguntas infinitas que faz à avó, as semelhanças com a mãe e, ainda, as passagens mais significativas ao longo dos 7, 17 e 27 anos de sua vida, tendo como pano de fundo os principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

As questões enfrentadas pela personagem ultrapassam os limites da ficção e se referem aos desafios vivenciados diariamente pelas mulheres diante da opressão do patriarcado. A intenção principal é criar uma relação dinâmica entre o microcosmo da personagem e o contexto geral no qual estamos invariavelmente inseridas.

Ficha técnica
Direção: Bruno Perillo
Dramaturgia e Atuação: Laís Marques
Direção de fotografia e captação: Ana Luiza Leão
Trilha sonora: Pedro Semeghini
Montagem: Clara Lazarim
Figurino: Anne Cerutti
Produção: Cacildinha Produções

16 anos

Lírio e o Andarilho

Coletivo Cultural Achados e Perdidos

São Paulo - SP

16 anos

O espetáculo “Lírio e o Andarilho” é uma obra que retrata, a partir da linguagem
performática do teatro, a vivência de uma pessoa não-binária e suas relações familiares.
Sobre este retrato de vida, convergimos esse tema central com os recortes de pautas da
sociedade como: feminicídio, o patriarcado e saúde mental.

A obra é criada a partir da metodologia de artistas paraenses que compõem o elenco e
pesquisa, dialogando com profissionais da cena paulistana também. O espetáculo traz para
a cena as potências do teatro paraense, usando o tecnobrega, os rios da bacia amazônica e
a vegetação da floresta como estéticas na encenação e pesquisa./

https://drive.google.com/file/d/18sUovcaue9NOngZWMVDDicZPECJFHhmK/view?usp=sharing - Release

Realização: Coletivo Achados e Perdidos
Direção, Dramaturgia e Produção : Igor Moura
Provocadora Cênica: Manfrin Manfrin
Elenco: Caio Quaresma, Nihanna Metralha, Valéria Lima, Renan Coelho, Ivy Garcia e Léo
Lima.
Preparação Vocal: Léo Lima.
Sonoplastia: Ivy Garcia
Preparação corporal: Nihanna Metralha
Visualidade: Kevin Braga
Concepção de Luz: Renan Coelho
Assessoria de comunicação e Design: Cardim Marketing Design
Fotografia: Elza Cohen
Apoio: AP32, Alexandre Cruz e Centro Cultural da Diversidade.

LIVRE

Manifesto!!!

Estela Lapponi

Sao Paulo

LIVRE

Uma criatura que atravessa um espaço de fitas entrelaçadas, cria e recria significâncias do apocalipse contemporâneo. Estamos presos em um emaranhado sem fim.
Cada ação, boa ou má, tem consequência.
Queimadas, vírus, desmatamento, guerra, marco temporal, assassinato de indígenas ...
MANIFESTO!!! propõe repensar o antropocentrismo.

Concepção, Direção Geral e Performance - Estela Lapponi
Direção de Forografia e Câmera - Ila Giroto
Trilha Sonora e Execução - Guizado
Montagem de Instalação -
Cris Mencaroni e Arthur B. Mencaroni
Edição, Roteiro e Locução de AD - Estela Lapponi
Consultoria 1 de AD - Natalia Rocha
Consultoria 2 de AD - Moira Braga
Produção, Edição de LIBRAS, Transcrição e Legenda - FFOMIN Acessibilidade
Intérprete de LIBRAS - Erika Mota
Consultoria de LIBRAS - Nayara Silva
Mixagem - Quixote/ Cada56
Realização - Fundação Nacional das Artes - Funarte
Projeto Contemplado pelo Dança Acessível Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2021
Produção Geral - Casa de Zuleika

16 anos

Manifesto.1

Companhia de Teatro da UFPR

Curitiba - PR

16 anos

A obra carta de Zoe (NY) foi escrita em 1992 e inspirada na campanha presidencial da poetisa e candidata Eileen Myles, lésbica e ativista. As palavras confrontam a dominação de candidaturas cis-hétero-masculina-branca aos principais cargos de poder. Em 2016, posters gigantes do poema foram instalados em museus e espaços urbanos estadunidenses, numa ação frente ao iminente projeto racista, classista e lgbtfóbico eleito aquele ano.

Brasil, 2021, a revolta ainda queima. Em vídeo, a CIA inspira-se no texto de Zoe Leonard afirmando outras nossas urgências, desejo de rever a partir daqui.

adaptação dramaturgia e perfomance:
Andrê Francidconi
Brigitty Zelinki
Donna Bagos
Juliana Janeiro
Joã Klüber
Karime Limeira
Maria Veloso
Mariana Carreta
Majo Farias
Marlon Roger
Patrícia Ressurreição
Romario Nascimento
Rubia Rodrigues
Siamese
Silvester Neto
Solaris
Yasmin Mena
Victor Oliver
Willa Thomas @majorfarias

direção:
Rafael Lorran

edição de áudio:
Donna Bagos
Leonardo Gumiero

edição de vídeo:
Orestes Jorge (Suricatta Produções Culturais)
Donna Bagos

apoio captações de vídeo: solaris, AGUZTA, stephane bacelar, josé cosmo, luana rodrigues, carolina santana.

12 anos

Manual para náufragos

Cena Expandida

Porto Alegre - RS

12 anos

Cruzando elementos das linguagens do teatro, do cinema e das artes visuais, Manual para náufragos tece uma rede de histórias reais e ficcionais sobre as migrações no mundo atual. A condição estrangeira, o sentido de pertencimento, as relações de alteridade e a transitoriedade que marcam a vida dos que habitam fronteiras estão em debate neste solo para um performer e muitas vozes.

Direção: Tainah Dadda
Atuação: Eduardo d'Ávila
Texto: Nicolas Beidacki
Direção de fotografia: Livia Pasqual e Juliano Moreira
Trilha sonora: Luciano Mello
Cenografia: Rodrigo Shalako
Desenho de luz: Casemiro Azevedo
Figurinos: Gustavo Dienstmann
Som direto: Raysa Fisch
Mixagem: André Paz
Assistência de direção e montagem: Thais Fernandes
Identidade visual: Patrick Tedesco
Realização: Cena Expandida

10 anos

Microalucinações Amorosas

Caboclas Produções

São Paulo - SP

10 anos

O potencial de criação e recriação do ser humano, numa perspectiva feminina. Com cinco vozes femininas, o texto costura a metáfora daquele momento limítrofe da criação, em que uma decisão tomada, num lapso de segundo, muda para sempre a trajetória de nossas vidas.

Direção: Lavínia Pannunzio
Dramaturgia: Amarildo Felix
Elenco: Cacá Fonseca, Francine Souza, Gabrielle Araújo, Julia Horta e Maria Helena Chira
Voz Off Malu: Tânia Viana
Direção de Arte: Antônio Vanfill
Design de Som e Trilha Sonora: Barulhista
Operação de som: Altair Buzelli
Videoarte e Plataforma ao Vivo: Flávio Barollo
Direção de Produção: Gabrielle Araújo
Produção Executiva: Mônica Vasconcellos
Arte e Fotografia: Letícia Godoy
Gestão de Mídias Sociais: Vox Baccai
Produção: Caboclas Produções

12 anos

Mistério Bufinho

Companhia do Bagaço

São Paulo - SP

12 anos

Preparem seus corações e suas bochechas para se apavorarem de tanto rir!
O mundo foi acometido por uma epidemia de insônia que impede a todes de dormir, descansar e sonhar por um segundo sequer. Entretanto, surge um mistério que pode mudar o rumo da epidemia.

Es palhaces Tertúlia, Jabotinha e Bufinho Marofa embarcam nessa aventura horripilante em busca da tão desejada soneca.

E vocês, será que vão conseguir dormir depois dessa jornada?

Atuação: Camilla Puertas (Palhaça Jabotinha), Fernanda Nunes (Palhaça Tertúlia) e Gui Martins (Palhace Bufinho)
Direção e Roteiro: Cia. do Bagaço
Filmagem: Cia. do Bagaço e Patrícia Pölzl
Produção: Cia. do Bagaço
Edição: Gui Martins
Sonorização: Gui Martins
Orientação: Flávia Strongolli e Carlos Santos

Livre

Míope, não enxergo longe

Matheus Moreira

São Paulo

Livre

O trabalho é uma costura poética entre as obras de José Leonilson e Vânia Mignone. Pesquisando as camadas da linguagem e da abstração através do corpo e obra, o solo é movido pela pergunta de Leonilson “Qual a distinção entre verdade e ficção?”

Coreografia e Idealização: Matheus Moreira
Captação de imagens: Jack Bones
Edição: Matheus Moreira
Música: Portrait Of a Time - Peter Cat Recording Co.
Áudio de Leonilson
Mixagem de Som: Tiago Penalva
Agradecimentos especiais: Fabricio Enzo, Rony Hernandes, Barbara Oliveira e Projeto Núcleo Luz

Livre

Música nos Ossos

Carolina Minozzi

São Paulo - SP

Livre

MÚSICA NOS OSSOS [2021]

“Música nos ossos” é um trabalho de dança e audiovisual que dá continuidade à pesquisa solo “à escuta”, de Carolina Minozzi. Esta criação persiste na questão de como o som e a escuta profunda afetam os corpos e instauram um campo de práticas que cruzam investigações em torno da percepção, presença e ficção como catalisadoras de processos psicofísicos, tendo o ambiente virtual como espaço de encontro e matéria para criação.

Escrita–colagem e acústica do texto La Voz Del Cuerpo de Mónica Valenciano, feita pela dramaturgista Ana Krein:

"o silêncio pode ter diferentes volumes
visível através do que evita
esse espaço nos vincula
os ritmos das presenças criam vínculos
seu corpo no meu espaço
espaços fantasmas
o zoom do corpo
os ritmos das presenças criam vínculos
você está no que falta?
a ausência em movimento
a audibilidade da cor
a audibilidade do espaço
arquitetura nômade
corpo labirinto
penetra e deixa espaço para sua acústica
meteorologias do corpo
dentro da cor o que há?
dentro da música o que há?
a pele da obra é a vibração do seu próprio esqueleto"

FICHA TÉCNICA
Direção e performance: Carolina Minozzi
Dramaturgista: Ana Krein
Interlocução sonora/visual ao vivo via zoom: Hedra Rockenbach
Criação: Ana Krein, Carolina Minozzi e Hedra Rockenbach
Artista Provocadora: Patrícia Árabe
Luz: Laura Salerno
Colaboração visual (figurino e espaço): Renan Marcondes
Edição e finalização de vídeo: Henrique Cartaxo Coordenação audiovisual das gravações: Cris Lyra Operação de luz e câmera via zoom: Carolina Minozzi
Pesquisa de frequência binaural : Paloma Bianchi
Técnica de transmissão ao vivo: Mari Miloch
Desenho Gráfico: Lucas Pradino | Estúdio Peixes
Registro fotográfico: Mayra Azzi
Direção de Produção e Produção Executiva: Carolina Goulart

Agradecimentos: Oficina Cultural Oswald de Andrade, Marcus Moreno, Elisabete Finger, Keila Silva, Odilon Esteves, Paloma Bianchi, Lorena Tófani, João Filho, Ilso Muner e Lucas Pradino

O projeto Música nos Ossos foi contemplado no edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc 37/2020.

NÓS NÃO TEMOS MAIS NADA PARA FAZER AQUI

12 anos

Não temos mais como fugir uns dos outros

OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação

São Paulo/SP

12 anos

"Não Temos Mais Como Fugir Uns Dos Outros" é o resultado audiovisual da ressignificação da pesquisa do OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação em meio à pandemia (de Março à Agosto de 2020). O Vídeo foi ganhador do Prêmio Funarte Respirarte 2020.

Alicerçados pela Técnica Klauss Vianna e pela direção e orientação de Lu Carion, os intérpretes retomaram a exploração da fricção entre textos poéticos da dramaturgia de seu último espetáculo, e partituras corporais pesquisadas pelo grupo.

Questões como a saudade, o luto, a ausência do toque e a desconexão com o próprio corpo e com a realidade se mostram ainda mais intensas. Como cada um, de sua própria casa, se deixa afetar pela repetição de um cotidiano tomado pela espera? Como as ausências, os vazios e a virtualidade excessiva afetam nossos corpos e percepções? Poder sair é bom!?

O retrato da condição fragmentada e dispersa a que estamos sujeitos atualmente vem à tona, então, em uma narrativa descontínua e repleta de vazios - internos e externos - dentro das possibilidades de aproximação que a câmera e as telas nos permitem.

Direção do Processo Criativo: Lu Carion
Elenco: Bárbara Sgarbi, Bia Miranda, Gabriela Rocha, Luciana Romani, Magê Cechetto, Tássia Melo, Tiago Salgado e Pedro Destro.
Texto Base Original: Cezar Siqueira, Diego Tresca, Livia Vilela, Márcio Rossi, Marco Spivack, Nina Brondi, Rodrigo Lage
Figurino, iluminação e cenografia: OBARA - Grupo de Pesquisa e Criação
Trilha sonora: Pedro Destro
Roteiro: Bia Miranda e Gabriela Rocha
Edição de Vídeo: Gabriela Rocha

Livre

Nós não temos mais nada para fazer aqui

Insistên.cia de Teatro

Curitiba - PR

Livre

Em algum lugar, que não é aqui, Bianca, Milena, Vinícius, Mães, Filhas, Filhos, Cães e... e... qual a palavra mesmo? E... Bianca, Milena, Vinícius, Mães, Filhas, Filhos, Cães e... e... branco geral! Em algum lugar, que não é aqui, talvez Bianca, Milena, Vinícius, Mães, Filhas, Filhos, Cães, cartas, fotos, slides, cigarros, talvez gerações inteiras de famílias, talvez pernas bonitas, talvez uma dor de cabeça, um ausente, um branco, um vazio. O que tem de real aqui? O que tem de real aqui é talvez o vazio. E também o… o… o… qual o nome dele mesmo?

Direção e atuação: Bianca Marquetto, Milena Plahtyn e Vinícius Précoma
Orientador: Prof. Dr. Francisco Gaspar Neto.
Dramaturgista: Vinicius Medeiros
Montagem e edição: Amanda Pickler

14 anos

O Amor e a Peste

Núcleo do Desejo, Cia Provisório-Definitivo e Cinematográfica Marcela

São Paulo

14 anos

O filme se passa em um teatro vazio durante o período de intenso isolamento social em meio a pandemia de um Brasil desgovernado. Ao mesmo tempo que uma peça é encenada para uma plateia sem público e narra o encontro artístico e afetivo entre Anaïs Nin e Antonin Artaud, os atores fazem reflexões sobre a vida e a arte. O erotismo, o desejo do artista de resistir mesmo em tempos tão sombrios são o centro dessas reflexões e o casal de atores dão seus testemunhos sobre o amor e a morte, lutos sofridos, o contágio da covid-19 em meio ao ápice de 600 mil mortos pelo corona vírus, unindo-se aos registros do caos social instalado em meio ao governo fascista do presidente Jair Bolsonaro. Entre luzes e trevas, entre ápices e abismos, entre um gozo e um luto o filme costura passado e presente, ficção e realidade sobre o encontro amoroso e os tempos de peste.

Experimento cênico audiovisual realizado em sistema colaborativo

Concepção e roteiro: Flavia Couto e Pedro Guilherme

Direção: Marcela Lordy

Provocação de roteiro e cena:
Marcela Lordy e Vera Hamburger - Laboratório Fronteiras Permeáveis

Produção executiva: Flavia Couto e Pedro Guilherme

Direção de arte e cenografia: Vera Hamburger

Figurinos: Maria D'Cajas
Ateliê e Acervo: D' Cajas | vestuário cênico & taylormade
Visagismo - Flavia Couto, Maria D'Cajas e Pedro Guilherme

Direção de fotografia: Manoela Rabinovitch

Iluminação: Vinícius Andrade

Segunda câmera: Gabriela Bernd, Flavia Couto e Pedro Guilherme

Montagem: Gabriela Bernd

Trilha sonora : Edson Secco
Assistente de Edição de Som: Marcelo Machado

Som direto: Leo Grego

Assistência de iluminação e operação de projeção: Pablo Perosa
Assistência de produção: Paloma Dantas
Cenotécnicos: Fábio Lima, Pedro Augusto, Pedro Guilherme.

Texto Pandêmico
João Paulo Charleaux

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Finalização de som: Sonideria

Finalização de imagem: Gabriela Bernd

Músicas:
Os lagartos estão a espreita, O dia em que minha terra Sangrou, Asfalto, Chaise de mars, Tensão, Banheiro Nazista, Trovoada.

Ficha técnica da primeira fase do projeto, versão experimento cênico online "O Amor e a Peste" - realizado na casa dos próprios atores entre fevereiro e abril de 2021

Direção, dramaturgia e atuação: Flavia Couto e Pedro Guilherme
Provocadores cênicos: Donizeti Mazonas e Maria Fernanda Vomero
Trilha sonora: Edson Secco
Figurinos: Maria D'Cajas
Colaboração em corpo cênico: Lara Dau Vieira
Laboratórios do Ator: Antônio Januzelli
Operação de vídeo e som: Paula Arruda
Arte gráfica: Flavia Couto
Assessoria de imprensa: Pombo Correio

14 anos

O Beijo no Asfalto, cenas fantasiadas para um não palco

Grupo do Beijo

São Paulo - SP

14 anos

A Radionovela homônima "O Beijo no Asfalto, cenas fantasiadas para um não palco" surge a partir de estudos da peça de Nelson Rodrigues ‘O Beijo no Asfalto’.
Propondo um estudo sobre o universo da peça o grupo escreveu a dramaturgia de oito cenas inéditas discutindo e propondo reflexões como: Quais fatos Nelson Rodrigues não escreveu? Que histórias deixou de contar? E se uma fala mudasse o rumo da história? Que novos rumos podem ser tomados? O que acontece depois da última cena? Por qual olhar você escolhe ver as coisas?

Elenco: Allan Catach
Cadu Carvalho
Ianny Pesim
Júlia Molino
Lucas Donatelli
Rafael Hirata
Rafael Pacheco
Roberta Wagner

Edição de áudio e vídeo: Mirella Andreotti

Ilustrações: Rafael Hirata

Dramaturgia Coletiva

14

O Desmonte

Amarildo Felix

São Paulo

14

O término de uma relação anuncia a chegada de tempos tristes, a melancolia paira sobre um apartamento na cidade, onde um homem vive sozinho avesso a am igos e a visitas. No entanto, na m adrugada de m ais um a noite solitária, ele recebe uma visita inesperada: um Rato aparece para destruir tudo e dar novo sentido à sua vida.

FICHA TÉCNICA
dramaturgia e direção: AMARILDO FELIX
atuação: VITOR PLACCA
iluminação: THIAGO CAPELLA
sonoplastia: DIEGO MAZUTTI
cenografia e figurino: ANTONIO VANFILL fotografia: LETÍCIA GODOY
video-arte: FLÁVIO BAROLLO
produção: GABRIELLE ARAUJO/ CABOCLAS PRODUÇÕES

Livre

O JOGO DO EINSTENIO

Cia Oceano (Teatro Imediato) de Artes Integradas

Salvador/Bahia

Livre

Jogo interativo em que você descobre se é um Einstein ou um Einstênio.
Seis personagens confinados num jogo de múltiplas opções se deparam com o seu destino dividido em colunas coloridas.

Roteiro, direção e atuação: Thor Vaz
Trilha sonora e Assistente de direção: Lua Martins
Editor Assistente: Vinicius Omar
Consultoria: Leopoldo Vaz Eustáquio e Ludmila Brandão

Livre

O Principe Real

Catarina Marques

Rio de Janeiro

Livre

PT
Durante a pandemia, uma mulher perambula à procura do príncipe real enquanto conhece Lisboa.
Placas, pedidos de informação e desejos íntimos traçam um percurso no qual sonhos e vida real são colocados sob a mesma perspectiva.

EN
During pandemic times, a woman wanders around looking for the real prince while she gets to know Lisbon.
Signs, information requests and intimate desires trace a pathway in which dreams and real life are put on under the same perspective.

Criação, direção de arte, curadoria ade imagens, edição e ilustrações - Catarina Marques
Consultoria e supervisão artística - Ana Abbott
Áudios - Ana Abbott, Bernardo Ramalho, Claudine Boeglin e Nick Sarafa
Agradecimentos - Adriana Maciel, Ana Abbott, Anna Costa e Silva, Daniel Castanheira, Fred Coelho, Lia Duarte e Raissa de Góes

16 anos

O Sentir Corporal

João Silva

São Paulo - SP

16 anos

Sinopse: Com a liberdade, almejamos o isolamento. Com o isolamento, sonhamos com a liberdade. Mas a questão é: Quais desses ambientes deixam realmente o seu corpo falar?. Há momentos em que a boca precisa ser fechada para que o corpo possa ser escutado, dançado, atuado e poetizado.

O vídeo dança/performance tem como proposta compartilhar com o público as inquietações, reflexões e questões encontradas pelo artista durante o isolamento social. O material compartilhado é um desdobramento da união entre as linguagens artísticas, dança, teatro e literatura, que pode trazer novas reverberações a partir da temática da dança e de reflexos apresentados durante os sonhos do artista e apontando discussões para questões raciais.

Orientador e Diretor: Wallace Gonçalves
Sonoplastia: Wallace Gonçalves
Edição: Wallace Gonçalves
Performer: João Silva
Figurino: João Silva
Filmagens: João Silva

Livre

O desaparecimento do Jangadeiro Jacaré em Alcácer-Quibir

No barraco da Constância tem!

Fortaleza - Ceará

Livre

O jangadeiro Jacaré desaparece em 1942, forjando um enorme buraco. Na história, na rede ou no tecido do espaço e do tempo, essa fenda apresenta inúmeras hipóteses a respeito do seu sumiço e da sua saga. A fábula do nordestino em direção ao epicentro do Brasil toma outros rumos, ​inaugurando novas possibilidades empreendedoras com a profecia do seu reaparecimento.

Direção, dramaturgia, roteiro e interpretação: Felipe Damasceno, Honório Félix, Renan Capivara, Sarah Nastroyanni e William Pereira Monte
Edição e montagem: Breno de Lacerda
Realização: No barraco da Constância tem!

Livre

O que mostrar?

Estranha Companhia de dança-teatro

Londrina - PR

Livre

O que mostrar enquanto dança?
A possibilidade da luz como extensão do corpo do dançarino é muito grande, fazendo a própria luz, de modo que nem isso é controlável, cada vez mais questionamos essa condição do o que realmente controlamos sobre o que mostramos para o outro…
Dançar no escuro, a luz como gesto, o olhar misterioso que explora o surgimento das sombras, e a sombra como possibilidade de alteridade, dançar no escuro, o que mostrar na luz? E o surgimento da sombra, como dançar um duo com ela?

Criação, edição e montagem: Gabriel Paleari

Livre

O trabalho

Cris Fabi

Florianópolis - SC

Livre

O trabalho é um manifesto onde trato do meu processo criativo. O corpo da mulher em envelhecimento. As questões do envelhecimento e a vontade de ser quem se é. É sobre a mulher madura que quer continuar a ser, a criar, a sonhar.

Performer: Cris Fabi, edição e montagem Laura Lavorato, música Me curar de mim de Flaira Ferro.

Livre

OLWÀIYÉ

Zeferina

São Paulo

Livre

Filme independente da artista Zeferina produzido em parceria com a Umbucajá Produções e o Coletivo Estúdio Nois, com o apoio da Ybmusic, A Terra de Rosa e Trança d' Preto.

Essa é uma homenagem ao orixá Obaluaê e as vítimas que partiram pelo vírus da COVID-19.

Olwàiyé é chão de terra e força para alma, transmuta potência e unicidade. É tempo ancestral, reflexão da cura da humanidade no Àiyé.

Uma reza forte na imersão involuntária de entrega e amor, regando a terra seca com fé molhada em cada música.

Direção: Flá Carves \ @flacarves
Roteiro: Zeferina e Flá Carves \ @zeferinaoficial @flacarves
Direção de Fotografia: Lucas Coruja \ @lucscoruja
Direção Criativa: Zeferina e Flá Carves \ @zeferinaoficial @flacarves
Direção de Produção: Hugo Bispo \ @hugodosbaixo
Assistente de Produção: Kali Reis \ @kalireisofc
Cinegrafia: Lucas Coruja \ @lucscoruja
Edição e Montagem: Lucas Coruja \ @lucscoruja
Operador de Drone: Victor Alquezar \ @alqevic
Imagens aéreas adicionais: Nenê Drone (Cidade e Cemitério) \ @menino_do_drone
Styling: Zeferina \ @zeferinaoficial
Afro Hairstyle: Felipe Preto (Trança d' Preto) \ @felipe.preto| @tranca.d.preto
Beleza: Elisa Rosa \ @aelisarosa
Captação de Imagens RJ: Pedro Toledo \ @_pedrotoledo__
Elenco: Zeferina \ @zeferinaoficial
Thiago Elniño \ @thiagoelnino
Emilly Rocha \ @millysol
Allan Abbadia \ @allanabbadia
Beatriz Cristina \\ obaluaê e oyá \ @kisilundeuamim
Vanessa Rosa (Terreiro do Riso) \\ cospe-fogo \ @vanrosavan @terreirosdoriso
Martché \ @martchemusica
Tolen \ @tolenmusica

Figurino e Jóias: Marcelo Egbawo \ @egbawo
Mile.Lab \ @mile.lab
Afrotik \ @afrotik
Zeferina \ @zeferinaoficial
Maria Alves de Lima \ @maria_alves_de_lima

Livre

Onde os pássaros batem e morrem 1/3

Fernanda Nicolini

Teresópolis - RJ

Livre

David Hinton criou Birds, uma videodança com pássaros, disruptiva e provocativa. Como um
videodança resposta a Hinton, através do trecho de um poema de Hilda Hilst, o trabalho constrói uma dramaturgia coreográfica da insurgência de corpos não humanos. Em uma dança coletiva e social subvertem os acontecimentos que a humanidade impõe e que, através do movimento e senso coletivo, restituem seu espaço no mundo.

Este trabalho é fundamentado na pesquisa OBJETOSUJEITOBJETO, iniciada em 2019 e segue em desenvolvimento, baseada em conceitos e aspectos da Ontologia Orientada dos Objetos, especialmente a "flat ontology” que pressupõe que todos os entes de todas as relações do mundo tem a mesma relevância, humanos, não humanos, orgânicos, sintéticos, reais ou abstratos. Essa ideia retira do ser humano o caráter de autoridade plena e ativa uma escuta inter sistêmica para afetos e outras corporeidades com as quais coexistimos.

Parte 1 de três que compoem o todo do trabalho em diferentes suportes: em vídeo, performance e fotografia. As três partes que compõem o todo partem de um trecho do poema Amavisse de Hilda Hilst para a construção de uma dramaturgia espiralada mapeada sempre a partir do outro, convidando também o espectador para observar atentamente e além.

Idealização, dramaturgia e edição:Fernanda Nicolini
Música: Bucolic Acrylic - Dan Bodan
Filmes: Birds - David Hinton / The Birds - Alfred Hitchcock
Teresópolis
RJ - Brasil
2022

12 anos

Ophelia is a-live

Rúbia vaz

Rio de Janeiro - RJ

12 anos

Quem é a menina que o rio não pode levar?
Durante e performance multimídia “ophelia is a-live” a personagem clássica é reinterpretada em uma tentativa de imaginar outras narrativas possíveis para o desfecho da história. Levando sua tragédia pessoal à luz do conceito de gaslighting, a performer diáloga com a personagem por meio de relatos autobiográficos e da implicação de quem as observa. Uma convocação sensível para vozes que, levadas em tormenta pela corrente, resistem sãs.

Dramaturgia, direção e performance: rúbia vaz
imagem, som e performance: arthur murtinh

Livre

Pandêmico Espetáculo

Rainha de 2 cabeças

Curitiba - PR

Livre

Durante a pandemia em total isolamento o artista reflete sobre a solidão e o processo criativo. Pândemico Espetáculo 2021 e Distopia Curitibana 2021. São o retrato torturado desse período distopico de nossa história.

Pândemico Espetáculo: Texto, direção, atuação, música e edição Cesar Almeida. Distopia Curitibana: texto, atuação, música de Cesar Almeida, câmera edição Luigi Castel.

Livre

Para meu pai

Núcleo de Improvisação

São Paulo - SP

Livre

Nesta criação, inspirada pelos movimentos de seu pai que sofria de Mal de Parkinson, Zélia explorou a relação do corpo com o tapete da casa de seus pais, tecendo um dueto que se constrói entre camadas de memória, tapete, programa de rádio e câmera.

Concepção e Dança: Zélia Monteiro
Direção de Arte e Iluminação: Hernandes de Oliveira
Direção de Fotografia, Criação de Vídeo e Edição: Camila Picolo
Câmera: Camila Picolo e Hernandes de Oliveira
Objetos Cênicos: Suiá Burger Ferlauto
Técnico de Palco: Zuza
Produção: Rafael Petri (MoviCena Produções)

Livre

Pecas de conversação

Núcleo Cinematográfico de Dança

São Paulo - SP

Livre

Numa sociedade de excessos de informação, imagens e discursos, PEÇAS DE CONVERSAÇÃO fala sobre uma ética da distância entre indivíduos, sobre a necessidade de uma escuta preenchida pela empatia. Duas mulheres e um gesto mínimo: estar de mãos dadas. uma imagem escapa a qualquer tentativa de redução, mas a simplicidade do gesto nos reconecta e nos impulsiona para fora da paisagem do desastre. Um entrelaçamento dialético de posições que se articula e se reinventa a cada instante em suas muitas formas disjuntas. A leveza se contrapõe a uma estética do desastre, em direção ao restauro.

Concepção, criação e dança: Mariana Sucupira e Maristela Estrela
Figurino: Maristela Estrela
Operação de câmera: João Barim
Edição e mixagem de som: Mariana Sucupira
Colaboração cenográfica: Renan Marcondes
Colaboração coreográfica: Clara Gouvêa
Produção set e fotos: Ariana Estrela
Produção: Thaís Rossi

Livre

Pequena dança para uma reflexão sobre como sobreviver à hecatombe 2.0

Karina Zichelle

São Paulo - SP

Livre

Pequena dança para uma reflexão sobre como sobreviver à hecatombe 2.0 é um estudo e um manifesto sobre manter-se em pé no contexto político-sanitário desastroso do Brasil de 2020/2021. A prática traz camadas de tradução sobre o conceito de Small Dance, do bailarino estadunidense, Steve Paxton, como também um olhar para o corpo arquitetônico, concreto. Com um quê futurista, propõe um olhar crítico e poético para a percepção e criação de um corpo resistente e atuante contra a lógica produtivista de cooptação dos corpos. Meu corpo é minha revolução e meu levante é estar em pé!

Criação, Performance e Edição: Karina Zichelle
Trilha Sonora: Cauê Andreassa
Agradecimentos: Grupo MEIO, João Diniz, Nina Giovelli e Raquel Zichelle

10 anos

Projeto INSOLENTE - obra em processo: "Insolência Pós-abissal: A felicidade é possível"

Grupo Gestus (Brasil) e Cía. Intermitente de Crear en Libertad (Paraguay)

Araraquara - SP

10 anos

Duas mulheres. 50 e 60 anos.

Mais uma mulher.

Mais uma.

E mais uma.

Mais ...

Caminhos atravessados, despedaçados, feitos no presente, rumam para contar suas histórias.
Vozes em movimento, corpas em movimento, na encruzilhada, no entre, no SUL.
Entre cada uma de nós.
Entre conversas, anseios, lutas.
INSOLENTE é sobre seguir em frente, mesmo com medo.
É sobre observar as ranhuras feitas na pedra, fruto de tempos pelas águas do rio, ora calmas, ora violentas, ora profundas.
É sobre as águas profundas de nós, mulheres.
INSOLENTE envereda-se por raízes de luta, olhando para essa insolência em comum em tantas mulheres, na busca por emergir pistas para um mundo com mais equidade e menos opressão.

Obra em processo inspirada no livro L'insolente – Dialogues avec Pinar Selek, de Guillaume Gamblin
Criação, direção e performance: Gilsamara Moura (Brasil) e Alejandra Díaz (Paraguay)
Criado em colaboração com a artista convidada: Pinar Selek (Turquia/França)
Dramaturgia: Carol Gierwiatowski (Brasil)
Assistência de direção: Beatriz Borghi (Brasil)
Música: Loreley Fontana (Argentina) e Cosmos, Grupo la Sombra del Fuego, com Jannet Rico Preciado (Colômbia) e Augusto Gómez (Chile)
Foto: Leila Penteado (Brasil)
Cenografia e figurino: Grupo Gestus (Brasil) e Crear en Libertad (Paraguay) com colaboração de Ofelia Fisman (Paraguay)
Identidade visual: Marina Amaral (Brasil)
Produção: Neila Dória (Brasil) e Gilsamara Moura (Brasil)
Assistência de produção: Carol Gierwiatowski (Brasil)
Realização: Grupo Gestus (Brasil) e Cía. Intermitente de Crear en Libertad (Paraguay)

Equipe audiovisual
Direção: Leila Penteado (Brasil)
Direção de fotografia: Paulo Delfini (Brasil)
Som direto e iluminação: Cíntia Sadoyama (Brasil) e Nicolas Fernandes (Brasil)
Montagem: Leila Penteado (Brasil) e Paulo Delfini (Brasil)
Colaboração na captação de imagens: Céline Mérant (França/Brasil)
Colaboração na edição de imagens: Frank Parsouth (Paraguay)
Tradução para Libras e legendas: FFomin Acessibilidade e Libras (Brasil)

Agradecimentos: Leonice Molers Moura (Brasil), Rosália Dória de Andrade Silva (Brasil), Maria Júlia Gierwiatowski Gomes (Brasil), Milton Lourencetti (Brasil), Maria Célia Lourencetti (Brasil) e Lincoln Ferri Amaral (Brasil)
Apoio: Itaú Cultural, Teatro Vila Velha, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Instituto Superior de Bellas Artes (ISBA - Asunción/ Paraguay), Prefeitura de Araraquara (SP), Casa do Saci, Ateliê Ofelia Fisman e Acampamento Roca de Fogo.

18 anos

Pânico Vaginal

Lara Duarte

São Paulo - SP

18 anos

Ficção cientifica de baixo orçamento. Uma peça-vídeo cheia de defeitos especiais e muita fita creepy. Pânico Vaginal narra trajetória de uma super-heroína que opta pelo Armamento Intimo - Um procedimento em que pode-se instalar no canal vaginal ou anal: pistolas, escopetas, fuzis, rifles, metralhadoras - Tudo hipoalérgico e disponível também nas versões rosa, roxo e gliterizado.
Inspirado no universo do quadrinhos, o trabalho tem como referência central a performance Genital Panic de Valie Export que adentrou um cinema pornô nos anos 60, segurando uma metralhadora e usando as “Action Pants”. Trata-se de uma calça que deixa a vulva exposta. Valie ficou parada em frente à tela, armada e parcialmente nua. Esse gesto de enfrentamento, tesão e cumplicidade é o mote criativo do trabalho. Temas como sexualidade e gênero, são eixos estruturais da peça-vídeo, que buscam o humor como forma de expressão. Além disso o trabalho dialoga com os quadrinhos Minha coisa favorita é Monstro, da americana Emil Ferris; e A Origem Do Mundo: Uma História Cultural Da Vagina Ou A Vulva Vs. O Patriarcado, da sueca Liv Strömquist.
Pânico Vaginal é uma ficção cientifica de baixo orçamento que lida com a falência das relações normativas, transportadas para um futuro hiper ficcional e distópico. O deboche, a ironia, o humor cercam toda a jornada da personagem Georgia, nome inspirado na música Georgia, A Carniceira, da banda pernambucana Ave Sangria. A protagonista passa a integrar a Armada das Armadas e tenta lidar com as próprias contradições ao longo da narrativa.


Direção, dramaturgia e performance | Lara Duarte
Assistente de Direção e Dramaturgismo | Bruna Varga
Atuação/Performance | Guilherme Reges, Leonardo Vasconcelos, Padu Cecconello, Mateus Rodrigues.
Soundesign, Coreografia das lutas e Performance | Lana Scott
Direção de Arte, Design gráfico, Design de aparência, Efeitos especiais | Victor Paula
Assistência de Direção de Arte | Filipe Barbosa do Lago e Luan Tolomeotti
Visagismo| Leandro Paulino
Iluminação | Maíra do Nascimento
Assistência de Iluminação | Rodrigo Damas e Carol
Captação e Edição | André Voulgaris
Colaboração artística | Maia de Paiva
Fotografia | Marcele Cerutti
Música | Geórgia, A Carniceira – Ave Sangria
Confecção dos figurinos | Lia Albuquerque

Livre

Quarentena Talk Show - um programa de entrevistas e vari

Palhaço Ritalino

Londrina – PR

Livre

Nosso Quarentena Talk Show, um programa de entrevistas e variedades com séria restrição orçamentária está no ar! O entrevistado do dia é o ator, palhaço e produtor Tiago Marques, quem dá vida ao próprio Ritalino. No decorrer da obra fatores inesperados acontecem e o programa precisa seguir por outra direção.

Atuação: Tiago Marques / Palhaço Ritalino
Contrarregra e participação especial: Vanessa Yamamoto
Roteiro: Tiago Marques e Vanessa Yamamoto

Livre

Real meio planta ornamental

Jéssica Lauriano

São Paulo

Livre

Se encontrar em um ‘’não-lugar’’ ou em um espaço ‘’entre’’ abre para pensar que casa pode ser olhar, casa pode ser gesto. Nesse gesto eu descubro a minha morada. Imagens de arquivo pessoais narram os meus deslocamentos constantes entre os estados de Minas Gerais e São Paulo.

Vídeo poema | 2021
07'28''

Imagens gravadas entre 2019 e 2021 em São Paulo e Minas Gerais
Vídeo poema: Jéssica Lauriano
Montagem e desenho de som: Júlia Baumfeld
Orientação de pesquisa: Juliana Pautilla

Livre

Ruínas de Nós

(este material é o resultado de um grupo de TCC em Artes Cênicas de 2021)

Campinas - SP

Livre

O que significa pertencer a um lugar? Partindo do texto “Pedreira das Almas”, de Jorge Andrade, utilizamos diferentes ferramentas de estudo para explorar esta questão. Estas convergem para a criação de um material audiovisual que flagra a etapa atual deste processo: uma investigação sobre a relação da tradição, revolução e liberdade com o ato de pertencer. Seis corpos se encontram após 2 anos apartados e precisam decidir entre ficar em seu território ou partir para o desconhecido da liberdade, representado pelo único corpo que se encontra a 9.243 quilômetros de distância dos demais.

Elenco: Felipe Vieira Souza, Flora Ainá Rossi, Gabriel Gonçalves, Giovanna Ueda, Isadora Bellini, Matheus Janeiro e Vini Silveira
Orientação Pedagógica: Lucienne Guedes e Gabriel Pestana
Captação de Imagem: Gilberto Martins, Yara Kollhoff e grupo
Dramaturgia: Felipe Vieira Souza, Flora Ainá Rossi, Gabriel Gonçalves, Giovanna Ueda, Isadora Bellini, Matheus Janeiro e Vini Silveira
Edição e Montagem: Giovanna Ueda
Tratamento de Cor: Felipe Vieira Souza
Trilha Original: “Estrada Roída” - Flora Ainá Rossi, Gabriel Gonçalves, Matheus Janeiro e Vini Silveira; “Tempo de Ficar” - Gabriel Gonçalves e Vini Silveira
Trilha Sonora: “November” - Max Richter, Mari Samuelsen, Konzerthausorchester Berlin e Jonathan Stockhammer; “1989” - LAAKE
Styling e visagismo: o grupo
Agradecimentos: Aidan Rossi, Andrea Vieira, Everaldo Cocovile, Katia Padovesi, Larissa Neves, Paulo Souza, Tarsila Rapassi e Prefeitura Municipal de Santa Bárbara d’Oeste

16 anos

Sala de Espera

Cênica

São José do Rio Preto - SP

16 anos

Após dezoito meses de encontros mediados pelas telas, quatro intérpretes esperam para entrar em cena. Enquanto isso, submergem em seus processos criativos, em suas memórias, urgências, dilemas. Enfrentam um embate com o tempo, as ausências, as novas formas de presença e com os (in)cômodos de uma casa que agora também lhes serve de palco.

Criação: Andrea Capelli, Anna Magalhães, Beta Cunha, Fabiano Amigucci, Fagner Rodrigues, Homero Ferreira, Márcia Morelli e Suria Amanda
Direção geral: Fabiano Amigucci e Fagner Rodrigues
Elenco: Andrea Capelli, Beta Cunha, Márcia Morelli e Suria Amanda
Participação especial: Ivete Morelli
Figurinos e adereços: Fabiano Amigucci
Costura: Vergínia Santana
Direção de arte e cenografia: Léo Bauab
Iluminação: Luis Fernando Lopes
Câmera: Fabiano Amigucci
Assessoria e operação técnica: Guilherme Di Curzio
Transmissão e apoio técnico: Deivison Miranda
Assessoria de imprensa: Graziela Delalibera
Design gráfico: Fabiano Amigucci
Fotos: Fagner Rodrigues e Guilherme Di Curzio
Produção executiva: Cassia Heleno, Simone Moerdaui e Vanessa Palmieri
Produção geral: Andrea Capelli, Fabiano Amigucci, Fagner Rodrigues e Suria Amanda
Apoio: Abaeté Produtora Audiovisual

14 anos

SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo

Beatriz Belintani / Cia. Queda Livre

São Paulo - SP

14 anos

"SÓS: AO CAIR DE MIM MORREREI VIVENDO" é uma peça de acontecimento cênico-virtual, realizada online e ao vivo. ÉPOCA DA AÇÃO: Desconhecida. LOCAL: Sala de videoconferência. PERSONAGENS: 0506, 1103, 1310 e 1511 (ou Caos, que é a própria escritora dessa história). ACONTECIMENTO: De maneira desagradável e desconfortável, a escritora da peça questiona e provoca as demais personagens, até que elas não consigam mais sustentar a imagem que construíram delas mesmas até então. Enclausuradas em suas casas e sem conseguir sair da videochamada, a única salvação parece ser olhar para fora, olhar as outras pessoas, verdadeiramente.

Concepção, direção e dramaturgia
Beatriz Belintani

Orientação de direção e atuação
Fabiana Monsalú

Orientação de dramaturgia
Gilvan Balbino

Elenco
Beatriz Belintani
Lilian Alves
Oliver Olívia
Rodrigo Odone

Dramaturgia sonora e operação de som
Camila Couto

Criação de luz
Maristella Pinheiro

Direção de arte
Italo Iago

Operação de transmissão
Sol Faganello

Assessoria de imprensa
DVP Comunicações

Produção
Beatriz Belintani | Cia. Queda Livre

Livre

Tapume

Alan Athayde e Mana Lobato (Acre Internacional)

Rio de Janeiro - RJ

Livre

TAPUME

De qualquer maneira, entre os povos de qualquer lugar, se mantêm a expressão da natureza. A terra viva está nos alicerces por baixo das maiores edificações, não há como tapar. Compreender o que acontece com uma planta: o mais importante é o enraizamento.
Muito do que é vida acontece debaixo da terra.
Aquilo que realmente sustenta, nutre e apoia todo o restante. Não importa o que ou quem mais tente obstruí-la, construa por cima, coloque barreiras, imponha limites e feche por trás de uma parede: ela ainda está ali.
TAPUME é demarcação transitória. Olhos virão. Ouvidos escutarão. Repara: tudo está vivo. A natureza sempre está em todos os lugares. E sentir também é natureza.

TAPUME (2022)
criação e dança: Alan Athayde e Mana Lobato
trilha sonora: Kiko Dinucci (álbum VHS - QTV selo)*
fotografia e montagem: Helena Assanti

* O álbum VHS (QTV selo), de Kiko Dinucci, foi gentilmente autorizado pelo artista para compor a obra TAPUME (videodança) mediante acordo firmado por instrumento particular de licenciamento da junto a editora YB Music.

Livre

Te trazer essa canção de amor

Cia Oceano (Teatro Imediato) Artes Integradas

Salvador - Bahia

Livre

Em um jogo chamado "telefone sem fio", os artistas se revezam fazendo ligações para descobrir um trabalho original que podem fazer com recursos tão limitados. Ao mesmo tempo, seu estado emocional permite um trabalho tão sensível quanto a arte?
Documentário de ficção.

Elenco: Edu Coutinho, João Saraiva, Lua Martins, Ludmila Brandão, Thor Vaz e Anne Cardoso.
Diretor e roteirista: Thor Vaz
Designer de som: Leopoldo Vaz Eustáquio
Produção: Cia Oceano

Livre

Tirando da gaveta o corpo

Cynthia Regina

São Paulo

Livre

”Tirando da gaveta o corpo.” conta a história de uma escritora negra que tem sua obra presa em cadernos acumulados em seu corpo-casa. Ela precisa parir suas palavras e se ver representada no mundo. Buscando transmutar mortes reais e simbólicas que cultiva em seu corpo, essa mulher nos convida a caminhar por suas ruas internas, abrir com ela seus cadernos e ouvir suas histórias há tanto tempo guardadas.
Investigando a escrita como arte do corpo, e a invisibilização de mulheres negras escritoras, Cynthia Regina se propôs um mergulho, procurando em 94 cadernos que escreveu ao longo de uma década, que dramaturgia era essa que pedia tanto para nascer.
Encruzilhada entre as linguagens da dança, do teatro e audiovisual, a videoarte “Tirando da gaveta o corpo.” é uma resposta aos apagamentos infligidos às mulheres negras historicamente e uma tentativa de se inscrever no mundo como artista do corpo e da palavra.

Direção Geral, Idealização, Dramaturgia e Atuação: Cynthia Regina
Orientação de direção, interpretação e Dramaturgismo: Lucélia Sergio
Produção geral: Piu Guedes
Orientação dramatúrgica: Janaina Leite
Preparação corporal (Butô): Rosana Ribeiro
Orientação corporal (Ideokinesis) : Érika Moura
Orientação de movimento (Dança Afro): Janette Santiago
Direção de fotografia, edição e montagem: Isabel Praxedes
Som direto: Edu Luz
Trilha sonora: Stela Nesrine e Larissa Oliveira
Figurino: Dani Pitchula
Luz: Luciana Silva
Direção de arte: Julia Miola
Cabelo e Maquiagem: Rodrag
Produção de set: Jenniffer Rossetti
Registro visual: Georgia Niara
Locação: Centro de Culturas Negras do Jabaquara - Mãe Sylvia de Oxalá
Idealização de projeto e produção: Cia Persi - Pororoca Experimental!

12 anos

Todas as vezes que beberdes em memória de mim

Quemuel Costa

Paramirim - RN

12 anos

Uma obra cênica que reconstitui o ritual cristão da Santa Ceia por um corpo preto, bixa e periférico. Através de escritos autobiográficos, o artista Quemuel Costa evoca suas memórias, infância e consagra a criança viada que foi e ainda habita seu corpo. Com uma proposição híbrida entre o teatro e o audiovisual, a obra reúne uma equipe de artistas majoritariamente pretos na criação de uma encenação filmada em que reconstitui imagens sagradas e profana discursos de repressão.

Ficha Técnica: Direção, Dramaturgia e Atuação: Quemuel Costa Assistência de direção: Heloísa Sousa Figurino: Quemuel Costa e Heloísa Sousa Assistência de figurino e Costura: Judson Andrade Cenário: Quemuel Costa e Heloísa Sousa Iluminação: Cléo Morais Designer Gráfico: Alcino Fernandes Registro Fotográfico: Caroline Macedo Captação de imagem: Augusto Júnior Captação e Sonorização: Herison Pedro Edição de vídeo: Sarah Esli Produção: Felipe Fagundes e Thasio Igor (Ardume Produções)

Livre

Trazmutações Pandemykaz

Materiais Pandemykoz

São Paulo / Bahia / Paraíba

Livre

TRANZMUTAÇÕES PANDEMYKAZ é uma vídeo-arte-documento de processos de performance, gerado por uma perspectiva do sul do mundo. Reunindo artistas que mergulham nas plurais e urgentes experiências de retomadas ancestrais, espaço e território, escuta e afetividade, a obra traz registros que flertam com o documental e revelam o impacto de se criar no cenário da pandemia.

FICHA TÉCNICA
TRANZMUTAÇÕES PANDEMYKAZ (2021)

Performance - direção e roteirização colaborativa entre

André Lu
Carol Carvalho
Gabs Ambròzia
Pedra Homem
Quebrantxy
Oru Florydo
Câmera, edição de vídeo e roteiro
Nu Abe

Pós produção
Júlia Peres

Direção de Trilha
Yalla Kalla

Piano
André Lu

Orientação Geral
Oru Florydo

Direção de produção, produção executiva e design gráfico
Leticia Antonio

Participações
Maria Francisca da Conceição, João Carlos, Maria Sophia Margarida, Roberto Lourenço

14 anos

Tântrica Santina

Cia Oceano (Teatro Imediato) Artes Integradas

Salvador - BA

14 anos

Num tempo-espaço particular, Tântrica sofre suas lembranças em uma meditação ativa e profunda, na tentativa desesperada de se livrar de uma prisão mental onde constantemente revive seus traumas.

Após cumprir três temporadas no teatro, realizando exibições no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, a obra "Tântrica Santina Forjada em Sangue a Sorte Imaculada e um Homem Morto" ganha a sua versão para o cinema.

RITA ROCHA atuação, coordenação de produção
THOR VAZ dramaturgia, direção e edição
LEOPOLDO VAZ EUSTÁQUIO trilha sonora, direção de fotografia e edição
ALHANDRA DOS SANTOS preparação de elenco
ILONA WIRTH preparação de elenco
JOÃO PEDRO MATOS caracterização da personagem, co-direção de fotografia, captação de som e de imagens
DEMIAN REIS assistência de produção, direção de iluminação
MARIA HELENA PEREIRA DA SILVA / AZEVICHE DESIGN design visual
DANIEL MOREIRA marketing digital
EDU COUTINHO assessoria de imprensa

16 anos

Uma cena de amor para Francis Bacon

Manás Laboratório de Dramaturgia

São Paulo - SP

16 anos

Nesta espécie de tragédia do mundo mercadológico, uma artista plástica começa uma relação com um colega de trabalho, tem uma gravidez inesperada e realizando um aborto.
Entre memórias, realidade, sangramentos e devaneios, ela reflete sobre um trauma do passado e abuso em sua vida, ao mesmo tempo em que se dedica a finalizar uma obra de arte.

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Fernanda Zancopé
Direção: Dante Passarelli e Fernanda Zancopé
Provocação Artística de Atuação: Emerson Danesi
Preparação Corporal: Bia Miranda
Trilha Sonora: Alexandre Martins
Consultoria cenário e figurino: Padu Cecconello
Elenco: Leonardo Silva, Luiza Válio, Pedro Ribeiro, Dante Passarelli e Fernanda Zancopé
Projeto gráfico: Renan Suto
Fotografia: Giovana Pasquini
Assessoria de Imprensa: Nossa Senhora da Pauta
Realização: Manás Laboratório de Dramaturgia

Livre

Vulnerabilidade

Estranha Companhia de dança-teatro

Londrina - PR

Livre

"Uma janela de vulnerabilidade é um período de tempo dentro do qual as medidas defensivas são reduzidas, comprometidas ou inexistentes" Essa dança torna-se um meio para ressignificar um estado de suspensão dos próprios sentidos, tanto emocionais quanto físicos, em um processo pessoal do corpo que age e expressa a invariabilidade. A inversão do estado real das coisas, e que os humores internos sobressaem a realidade: o chão não é mais tão duro, se torna escorregadio. E o tempo que passa, se torna afobado, incerto. Essa dança remete a esse estado vulnerável e como, nesse momento, corporifico em gestos este estado.

Pesquisa coreográfica e atuação: Gabriel Paleari
Captação de imagem: Cindy T. Amano

14 anos

Y

Eleonora Artysenk

Praia Grande

14 anos

“Y” é um trabalho audiovisual concebido através de exercícios especulativos em torno da palavra “ruínas.” Tomo esta palavra como um emaranhado de questões e interesses políticos que vão desde memórias de sonhos pessoais, a relações políticas mais amplas, como a reflexões sobre a crise ecológica, e a nossa responsabilidade no antropoceno. Realizado ainda em contexto pandêmico, o vídeo tem uma narração textual ora influenciada, ora em citações diretas do artigo “Esperando Gaia” (2021), de Bruno Latour.

Y | 2021, vídeo, 10’11”
Criação, fotografia, edição e paisagem de som: Eleonora Artysenk
Agradecimentos: Felipe Ribeiro, Tatiana Devos Gentile, Leticia Nabuco e Victor Souza.

12 anos

[ uhltimo•epizohdio ]

Companhia Adequada de Teatro

São Paulo - SP

12 anos

Neste episódio de "A última aventura do herói" ¹, o Herói segue em sua busca pelos objetos e continua a caminhar em direção ao mundo cotidiano dos primeiros episódios, onde tudo começou. O fim da saga se aproxima.

¹ O testo do espetahculo, encontrado em data indeterminada, fas parte de uma coletaanea de dramaturjias de ficsaum pohs-moderna. Segundo rejistros, o materiau permaneseu serca de trinta anos esquesido em um depohzito de testos de teatro. A orijem, autoria e trajetohria naum saum coniesidas. Embora escrito com estilo e recursos bastante dramahticos, tratase, aparentemente, de um primeiro rascuhnio de roteiro de "reality show" para o palco. Ateh o momento, naum foram localizados rejistros de montajens realizadas com o materiau.
Na edisaum espesiau do programa do espetahculo, foi seguida a mesma lohjica dos erhos e/ou neolojismos encontrados no testo, asim como as regras ortograhficas e gramaticais vijentes na ehpoca (Brazil 2020), incluindo o uzo de acentuasaum grahfica.

Elenco
Felipe Vieira Souza

Trilha Sonora
Ciro Granado

Direção e Iluminação
Gabriel Gonçalves

Direção de Movimento
Larissa Garcia

Dramaturgia
Giovanna Ueda

Figurino e Design de Moda
Hiaga

Costura e Design de Modelagem
Sancha

Cenografia
Felipe Vieira Souza

Cenotecnia
Metal Master
Paulo Souza

Orientação de Pesquisa
Matteo Bonfitto

Preparação Física
Talita Ribeiro
Thiago Torres

Vozes off
Gabriel Gonçalves
Larissa Garcia

Direção de Comunicação Visual
César Coletti

Produção Audiovisual
Rudi Silva

Fotografia
Leo Salvato
Luana Roberta

Idealização e Produção
Companhia Adequada de Teatro

Produção Executiva
Felipe Vieira Souza